Creio que é deveras salutável explicitar que o diálogo seguinte ocorreu no terceiro encontro e ainda não havia rolado nada... estávamos em seu apartamento conversando, bebendo cerveja, naquela época não tinha lei seca, quando olho as horas e vejo que que já estava bem tarde, e aí que surge o papo:
Eu: Caramba, tá muito tarde, tenho aula amanhã cedo. Ferrou.
Ela: Poxa, tá tarde mesmo. Ah, dorme aí.
Eu: Até que não é uma má idéia.
Ela: Só tem um problema.
Eu: Qual?
Ela: Esse sofá aqui é muito ruim, dorme lá na cama comigo.
Eu: Tá. (na verdade eu queria dizer: MASSA!)
Ela: Você dorme lá, desde que não se importe que... PAUSA!
A seguir a frase que ela falou e a frase que ela deveria ter falado:
Frase falada: ...desde que não se importe que eu te chupe.
Frase pensada: ...desde que não se importe que eu te chute.
Nessas horas um P e um T fazem tanta diferença.
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3 comentários:
já imaginou a língua portuguesa sem o "P", rapaz!?
vale dizer que o ato falho simboliza a verdadeira (mesmo que insconsciente) vontade da pessoa no momento!
=****
Peraí, acho que você trocou as frases. Afinal, de acordo com o blog, ela FALOU chuPe, e você PENSOU chuTe.
E se ela tivesse falado mesmo isso, ia ser a ganhadora do prêmio atiradinha do mês... aeuhaeuhea
te juro que ela falou chupe. :P
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