quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Fato alho, ops... Ato falho.

Creio que é deveras salutável explicitar que o diálogo seguinte ocorreu no terceiro encontro e ainda não havia rolado nada... estávamos em seu apartamento conversando, bebendo cerveja, naquela época não tinha lei seca, quando olho as horas e vejo que que já estava bem tarde, e aí que surge o papo:

Eu: Caramba, tá muito tarde, tenho aula amanhã cedo. Ferrou.
Ela: Poxa, tá tarde mesmo. Ah, dorme aí.
Eu: Até que não é uma má idéia.
Ela: Só tem um problema.
Eu: Qual?
Ela: Esse sofá aqui é muito ruim, dorme lá na cama comigo.
Eu: Tá. (na verdade eu queria dizer: MASSA!)
Ela: Você dorme lá, desde que não se importe que... PAUSA!

A seguir a frase que ela falou e a frase que ela deveria ter falado:

Frase falada: ...desde que não se importe que eu te chupe.
Frase pensada: ...desde que não se importe que eu te chute.

Nessas horas um P e um T fazem tanta diferença.

3 comentários:

Bruno Medeiros disse...

já imaginou a língua portuguesa sem o "P", rapaz!?

vale dizer que o ato falho simboliza a verdadeira (mesmo que insconsciente) vontade da pessoa no momento!

=****

Unknown disse...

Peraí, acho que você trocou as frases. Afinal, de acordo com o blog, ela FALOU chuPe, e você PENSOU chuTe.
E se ela tivesse falado mesmo isso, ia ser a ganhadora do prêmio atiradinha do mês... aeuhaeuhea

K disse...

te juro que ela falou chupe. :P